(*****) fashioninja

(Rua Dom Manuel II)


15 de setembro (uma crónica telegráfica)

porto: aliados: menos gente que no papa.
(notar que ao senhor também assiste
uma troika. lina&nando 21.6.12)
porto: rua sá da bandeira: alguém ao meu lado
entoava: “não mais pêlo! não mais pêlo!”

(replay: lina&nando 14.10.11)


(replay: lina&nando 1.7.11)


cidadão-a-dias.
(amanhã não sabe se praia se shopping?)

tranças-de-cebola.


“ponham muito alto a música”

FRANCE GALL (SERGE GAINSBOURG )
LAISSE TOMBER LES FILLES




consciência social digital.

“oh! isto é tão contemporâneo”

HENRI ROUSSEAU
LES FLAMANTS (1907)


fundas raízes a caminho do céu.


“ponham muito alto a música”

SERGE GAINSBOURG & BRIGITTE BARDOT
BONNIE AND CLYDE
(replay: lina&nando 29.10.10)




à espera do gabriel? 18h23.


“ponham muito alto a música”

JOSÉ AFONSO - CANTO MOÇO
(dj: ht)




soleil au portugal (XVII).


(*****) fashioninja

Bimba Without The Lola
(obrigado l.p)

O verdadeiro Estilo de Rua, que é como quem diz “Street Style”





“oh! isto é tão contemporâneo”

HENRI ROUSSEAU
LES JOUEURS DE FOOTBALL (1908)


(lina: vou ao aeroporto. nando.)

“ponham muito alto a música”

EVOLS - SILVER MOUNTAIN

“It’s the end of summer
in silver mountain
Cage and Cunningham
forever happy”




? (#40)

“oh! isto é tão contemporâneo”

KRAFTWERK
SHOWROOM DUMMIES (1977)




Uma dúvida como uma hipótese.
Um talvez dentro de um será?
Oxalá é esperança.

curvilínea como uma piça.

lésbicas com vaginas fofas.

? (#39)

“ponham muito alto a música”

THE RADIO DEPT. - HEAVEN’S ON FIRE
(replay: lina&nando 4.3.11)




“ponham muito alto a música”

DEAD COMBO - MENINA DANÇA




O tal café a que não vai ninguém.
Tenho manchas nas mãos e um livro.
É raro, mas quando entra alguém baixo o livro
e quase a sorrir, digo: Olá.
É sempre olá naquele café.
Volta o livro, as manchas ficaram precisamente
nos mesmos sítios.
Adio um cigarro e depois (ao cabo de um tempo)
não adio mais.
Saio pela porta da frente; olho em redor,
volto a entrar; digo: Olá. Um café por favor.
Dou a volta ao balcão, tiro o café, acendo um cigarro.
Tenho um isqueiro amarelo, as manchas são
assim para o acastanhado e os livros há-os
de todas as cores.

“oh! isto é tão contemporâneo”

GUSTAVE COURBET
LE SOMMEIL (1866)


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