GERHARD RICHTER
BETTY (1988)
Betty: Richter first painted his daughter in 1977 and in 1988
returned to a photo from that time, of Betty looking at one of his
Grey Paintings, to create this - one of his iconic portraits.
( @ www.thetimes.co.uk )
[...]
Se um homem propusesse seriamente que a nação mijasse por
procuração, apelidá-lo-iam de louco; e, no entanto, pensar por
procuração é uma proposta que entendem, não só sem se
espantarem mas até a acolhendo com entusiasmo.
[...]
John Oswald | O Governo do Povo
(ou Plano de Constituição para a República Universal)
(Tradução: Célia Henriques / Vitor Silva Tavares | & etc)
Se um homem propusesse seriamente que a nação mijasse por
procuração, apelidá-lo-iam de louco; e, no entanto, pensar por
procuração é uma proposta que entendem, não só sem se
espantarem mas até a acolhendo com entusiasmo.
[...]
John Oswald | O Governo do Povo
(ou Plano de Constituição para a República Universal)
(Tradução: Célia Henriques / Vitor Silva Tavares | & etc)
[...]
O sistema representativo faz-me lembrar os médicos dum povoado
indiano que receitam a dança para todas as doenças: se o doente
não pode dançar, dançam eles por ele; afirmam que o efeito é
o mesmo. A representação está sempre disposta a dançar pelo seu
paciente, o povo, que não pode dançar ele mesmo; e tudo quanto
pede é que pague ele as violas.
[...]
John Oswald | O Governo do Povo
(ou Plano de Constituição para a República Universal)
(Tradução: Célia Henriques / Vitor Silva Tavares | & etc)
O sistema representativo faz-me lembrar os médicos dum povoado
indiano que receitam a dança para todas as doenças: se o doente
não pode dançar, dançam eles por ele; afirmam que o efeito é
o mesmo. A representação está sempre disposta a dançar pelo seu
paciente, o povo, que não pode dançar ele mesmo; e tudo quanto
pede é que pague ele as violas.
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John Oswald | O Governo do Povo
(ou Plano de Constituição para a República Universal)
(Tradução: Célia Henriques / Vitor Silva Tavares | & etc)
A Suíça exporta milhares de relógios Suíços.
Importa saber onde compra tanto tempo.
[3, 2, 1, Suíça]
Importa saber onde compra tanto tempo.
[3, 2, 1, Suíça]
[...]
As pessoas agarravam-se cegamente à primeira coisa que lhes
aparecesse: comunismo, orgias, andar de bicicleta, erva, halteres,
viagens, o recolhimento, a comida vegetariana, a Índia, pintura,
beber, andar por aí, iogurtes, congelados, Beethoven, Bach, Buda,
Cristo, haxixe, sumo de cenoura, suicídio, roupas por medida,
viajar de avião, Nova Iorque, e de repente tudo desaparece.
As pessoas tinham de encontrar coisas para fazer enquanto
esperavam pela morte. Acho que era bom podermos escolher.
[...]
Charles Bukowski | Mulheres
As pessoas agarravam-se cegamente à primeira coisa que lhes
aparecesse: comunismo, orgias, andar de bicicleta, erva, halteres,
viagens, o recolhimento, a comida vegetariana, a Índia, pintura,
beber, andar por aí, iogurtes, congelados, Beethoven, Bach, Buda,
Cristo, haxixe, sumo de cenoura, suicídio, roupas por medida,
viajar de avião, Nova Iorque, e de repente tudo desaparece.
As pessoas tinham de encontrar coisas para fazer enquanto
esperavam pela morte. Acho que era bom podermos escolher.
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Charles Bukowski | Mulheres
GRANADA, s. f. (lat. granata, romã). Mil. Globo oco, cheio
de pólvora, munido de um rastilho e que se arremessava com a mão,
com a funda ou com o morteiro, para rebentar entre as fileiras inimigas.
Pedra preciosa, de cor vermelha, como a romã. Cor de granada,
vermelha da cor da romã. Espécie de tecido de seda.
de pólvora, munido de um rastilho e que se arremessava com a mão,
com a funda ou com o morteiro, para rebentar entre as fileiras inimigas.
Pedra preciosa, de cor vermelha, como a romã. Cor de granada,
vermelha da cor da romã. Espécie de tecido de seda.
#47
[...]
“Nunca exibo a minha vulgaridade. Espero sempre
o momento certo.”
[...]
Charles Bukowski | Mulheres
“Nunca exibo a minha vulgaridade. Espero sempre
o momento certo.”
[...]
Charles Bukowski | Mulheres



































